“Prepara-te, ó Israel, para te encontrares com o Senhor teu Deus” (Amós 4.12). Que forte advertência! É o anúncio de um julgamento. O povo iria enfrentar o Deus dos exércitos, porque abandonou a sua identidade e o seu relacionamento com Deus, em decorrência de sucessivos erros cometidos. Israel abrigou no seu coração impenitência, cometeu injustiças, desprezou o culto a Deus e se desviou do Senhor.

Mesmo Deus tendo feito tentativas de restauração, o povo não quis voltar à Sua comunhão. Deus não o abençoou mais, sofreram por isso; mas nada surtiu efeito, Deus disse: “Contudo, não vos convertestes a mim”.

Aquela nação se manteve corrupta no seu modo de vida. Por isso, sofreria a derradeira condenação divina: “Prepara-te para te encontrares com o Senhor teu Deus”. O alerta foi dado sobre o perigo de ignorar essa convocação, e com isso, provocar o julgamento de Deus. O que poderia ser feito para evitar tamanha destruição?

Amós chamou o seu povo para o arrependimento, para a confissão e para buscar ao Senhor. Foi uma convocação para viver uma retidão de caráter, que refletisse uma relação correta com Deus. Era a oportunidade para a confissão: “Buscai o bem e não o mal, para que vivais; e assim o Senhor, o Deus dos exércitos, estará convosco (Amós 5.14).

A confissão e o perdão das iniquidades o tornam feliz: “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto” (Sl 32.1), “Se confessarmos os nossos pecados Ele é fiel e justo para nos PERDOAR dos pecados e nos PURIFICAR de todas as injustiças” (I Jo 1:9). São textos que nos encorajam à confissão, com a dupla promessa de que o Senhor nos perdoa e nos purifica do pecado confessado.

A perspectiva de Deus é que recebamos essa advertência: “Prepara-te para te encontrares com o Senhor teu Deus”, como oportuna, porque todos nós compareceremos diante do tribunal de Cristo. E naquele dia deveremos nos apresentar diante do Senhor aprovados. Ali, diante d’Ele, prestaremos contas. Então o que se requer é a confissão, arrependimento e busca ao Senhor para que vivamos com Ele.

De seu pastor e amigo
Washington Luiz da Silva

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