O livro de Jonas ajuda-nos a compreender e ter o mesmo coração compassivo de Deus. Ele foi comissionado a pregar em Nínive, mas rejeitou a missão, por discordar da conversão daquele povo. Ele decidiu fugir, por isso, foi lançado ao mar e salvo por um grande peixe. Jonas teve outra chance de cumprir a sua missão. Ele chega a Nínive, prega a Palavra e o resultado foi surpreendente. A cidade se converteu ao Senhor!

A pregação foi clara: Nínive será destruída. Deus exerceria justiça, julgaria e condenaria o pecado e violência da cidade. No entanto, Ele foi soberano diante das impossibilidades humanas, da dureza dos corações e o resultado foi o arrependimento da nação inteira.

Jonas pregou como sendo a última mensagem. Era um ultimato ao arrependimento, pois o dia do juízo estava em contagem regressiva: 40 dias, tempo suficiente para mudanças na vida dos ninivitas. Mesmo falando de condenação, exigindo arrependimento, a mensagem era de salvação. Fato que nos traz a lembrança que: “Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele”.

Deus pensou na salvação das pessoas do seu relacionamento. Algo que nos motiva a pregar o arrependimento e colocar em prática a nossa missão de fazer discípulos. A salvação pertence a Deus e Ele deseja “que todos os homens sejam salvos”. Por isso, Jonas pregou a todos e de todas as classes. O resultado foi que: “Todos os homens de Nínive creram em Deus […] desde o maior deles até ao menor” e também o rei.

O profeta é um exemplo a ser seguido no momento em que obedece ao mandado de Deus: sua mensagem alcançou pobres, ricos, livres e escravos. Sem distinção pregou a todos. A visão do todo é o foco de um relacionamento intencional. Por isso, pregue a Palavra, não aproveitando somente as oportunidades, mas criandoas, para desenvolver relacionamentos intencionais, que culmine no estudo da Palavra de Deus. Não é bem isso que se tem feito, mas é isso que precisamos fazer!

Eis o nosso desafio intransferível e inadiável: “Deus nos confiou o ministério da reconciliação e nos encarregou da palavra da reconciliação”. Cumpra-o!

De seu pastor e amigo,
Washington Luiz da Silva

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