“E Jesus, andando ao longo do mar da Galileia, viu dois irmãos – Simão, chamado Pedro, e seu irmão André, […] e disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens. Eles, pois, deixando imediatamente as redes, o seguiram. E, passando mais adiante, viu outros dois irmãos Tiago, filho de Zebedeu, e seu irmão João, no barco com seu pai Zebedeu, consertando as redes; e os chamou. Estes, deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no” Mt 4.18-22.

Imagine você no lugar de um desses discípulos. Eram pessoas comuns. Eles tinham trabalho, famílias e vida social. Quando iam ao trabalho se depararam com Jesus que os chamou para Segui-Lo. Nenhum deles fazia ideia de que sua vida mudaria de uma forma tão rápida e completa.

Atenderam ao chamado sem questionar, para quê? Quaisquer que fossem as expectativas, as dúvidas, as curiosidades, a empolgação ou as incertezas que sentiriam nada lhes poderia preparar para o que estava por vir. Tudo acerca de Jesus: ensino, compaixão, sabedoria, vida, morte, ressurreição, poder, autoridade e chamado; transformariam cada aspecto da vida deles, a partir desse encontro com Jesus.

Em pouco tempo, esses homens simples ficaram diante de alguns dos mais poderosos governantes da Terra, sendo acusados de causar tumulto: “Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui” (At 17.6). O que havia começado como um simples ato de obediência, ao chamado de Jesus, acabou transformando a vida deles e, por fim, o mundo.

Quando Jesus as chamou, aquelas pessoas não compreendiam e não sabiam para onde Cristo as levariam, nem o impacto que isso teria em suas vidas, mas sabiam o que significava seguir. Elas entenderam o chamado e começaram a ir para todo lugar onde Jesus ia e a fazer tudo o que Ele fazia.

O discípulo é alguém que segue. E o ponto central desse relacionamento é a permanência. Muitos acreditam que podem ser cristãos sem esse nível de comprometimento.

Faz sentido, ser um “seguidor” que não segue? Existe algum benefício ou prejuízo para a igreja com um crente que assim procede? Como essa lição se aplica à sua vida?

De seu pastor e amigo,
Washington Luiz da Silva

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