Seguramente, os planos de Deus não colocam o inferno maior que o céu. A Bíblia cita que “muitos” estão no caminho para a eterna destruição: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e são muitos os que entram por ela” (Mt 7.13). Essas pessoas vão cegamente por esse largo caminho e devem ser interceptadas pelos discípulos que têm a mensagem de salvação.

Deus tem intensificado a projeção do Evangelho criando oportunidades para trazer de volta “muitos filhos à glória” (Hb 2.10) e com grande sucesso: “… olhei, e eis uma grande multidão, que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos povos e línguas, que estavam em pé diante do trono em presença do cordeiro…” (Ap 7.9). Glória a Deus!

Jesus determina a interceptação daqueles que vão pelo caminho da destruição quando diz: “ide, fazei discípulos de todas as nações […]” (Mt 28.19). Existe outro plano caso o evangelho venha falhar? Absolutamente, NÃO! O Evangelho não falhará! O Evangelho é a mensagem a ser ensinada, compartilhada e vivida. Fomos designados para ensiná-Lo.

Não fomos chamados à batalha com resultado ainda a ser decidido. A Batalha já foi vencida no Calvário. Assim disse Jesus: “Rogai, pois ao Senhor da Seara que mande trabalhadores para sua Seara” e acrescentou, posteriormente, “ide”. Ir é o mandamento intransferível de fazer discípulos que resulta nos frutos que permanecem. Esse resultado é o que evita experimentar os horrores do inferno.

Vivemos o momento para a grande colheita. Os campos estão brancos para a ceifa. Mas quando veremos essa colheita? Quando a indiferença ao discipulado for renunciada e cada membro da PIBS decidir ser parte de um processo básico, atraente, que agrega valores e ensina a Palavra, que são os PGMs.

O objetivo do PGM é trazer as pessoas para Deus; resgatar aquelas que precisam e se deixam ser resgatadas, pelo poder do Senhor; e, também, resgatar a nós mesmos. Somos chamados para povoar o céu e esse trabalho começa com o serviço da igreja. Os PGMs permitem que todos trabalhem e não tirem suas mãos do arado.

De seu pastor e amigo,
Washington Luiz da Silva.

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