O desafio de Jesus de amar a Deus é mais do que suficiente para cativar nossos pensamentos. Então, Ele acrescenta a simples ordem: “Ame o seu próximo como a você mesmo”. Para ilustrar esse ensino, Jesus conta uma história que surpreendeu os seus ouvintes fariseus, no relato da parábola do bom samaritano, que foi o herói de uma ocorrência, de uma vítima de assalto com agressão física.

Jesus deixou claro com essa parábola que não há limites para o nosso amor. Por isso, contrasta o ensino que ratifica a objeção aos inimigos e mostra o caminho nobre para lidarmos com a oposição: “Vocês ouviram o que foi dito: ame o seu próximo e odeie o seu inimigo. Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que vos perseguem” (Mt 5.43,44). O próximo é todo aquele está ao seu alcance.

Amar ao próximo parece simples para você? Faz-se necessário tratarmos desse assunto, sobre um verdadeiro amor aos nossos irmãos, amigos e inimigos? Como dependemos de Deus para obtermos o poder de amar, sem diferenças! Por que entre nós existem aqueles que, por tão pouco, se revelam indiferentes, com brigas, com palavras ofensivas, com sentimentos de inimizades?

Quando decidimos limitar a extensão do nosso amor, quando escolhemos nos opor aos nossos irmãos, quando resolvemos não nos importar com a essência do culto que prestamos a Deus e o realizamos com as manchas da contrariedade, da rejeição, do desprezo, da humilhação do outro, estamos nos afastando do tipo divino do amor que Jesus nos ensinou a vivê-lo.

Devemos fugir desse maléfico tipo de amor e até mesmo, da sua aparência. Há um empobrecimento moral e espiritual nos relacionamentos da igreja e da família, quando permitimos essa fragilidade em algo tão genuíno, que é o amor mencionado entre nós. O amor de Deus é amplo, sem validade de data e independe das circunstâncias. Deus nos desafia a dependermos dele para obter o poder de amar, e amar a luz da sua graça inspiradora.

Afirmo que: “o Deus de constância e de consolação vos dê o mesmo sentimento uns para com os outros, segundo Cristo Jesus” (Rm 15.5).

De seu pastor e amigo
Washington Luiz da Silva

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