Postado em 28/09/2025, Irª Selma Karina, Lider de PGM
“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.”
( João 8:32)
A história da escravidão espiritual começou no Éden, quando a serpente
lançou dúvida sobre a Palavra de Deus: “É certo que não morrereis” (Gn 3:4).
A mentira abriu caminho para o pecado e trouxe medo, culpa e afastamento de
Deus. Desde então, a humanidade luta com as consequências dessa mentira, e
Jesus declarou: “Todo o que comete pecado é escravo do pecado” (Jo 8:34).
Essa escravidão não se percebe a olho nu, mas é sentida na alma: orgulho,
vícios, feridas, mágoas e um vazio constante que o mundo não consegue
preencher.
Pelo caminho da vida, a oferta do mundo para preencher o vazio é:
status, riqueza ou até religiões. Nada disso funciona. Jesus disse à mulher
samaritana: “Quem beber desta água tornará a ter sede; aquele, porém, que
beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede; pelo contrário, a água que
eu lhe der será nele uma fonte a jorrar para a vida eterna” (Jo 4:13–14). É nesse
contexto que as palavras de João 8:32 destacam: “E conhecereis a verdade, e a
verdade vos libertará” Em meio a tantas “verdades” pessoais e até distorções
da própria Palavra de Deus para ganhos egoístas, Cristo se apresenta como a
única Verdade que transforma.
Ele declarou: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14:6).
Conhecer essa Verdade é experimentar liberdade real, não momentânea, mas
definitiva. Paulo escreveu: “Agora, porém, libertados do pecado e feitos servos
de Deus, tendes o vosso fruto para santificação e, por fim, a vida eterna” (Rm
6:22). Por isso, falar de Jesus não é repetir uma história antiga, mas anunciar
uma realidade viva. Ele continua a abrir os olhos, curar corações e libertar
vidas. Essa Verdade não apenas informa. Ela transforma. Como orou Jesus:
“Santifica-os na verdade; a tua Palavra é a verdade” (Jo 17:17).
Ao refletir sobre essa Verdade, lembro de um trecho de um livro que
diz: “A verdade não pode ser intelectualizada, apenas vivenciada”. Ela se
manifesta como paz, amor incondicional e alegria profunda, como se
finalmente encontrássemos nosso lar. As palavras apenas apontam para a
verdade; quando tentamos reduzi-la à intelectualização, ela se perde. Isso
dialoga com a revelação de Jesus: a Verdade não é um conceito, mas uma
pessoa viva. Quando deixamos essa Verdade iluminar os cantos mais escuros
do coração, experimentamos a liberdade prometida por Deus: “Agora, pois, já
nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1).
O convite é claro: beber da Verdade que é Cristo e viver a liberdade que
o mundo jamais poderá oferecer.
Irª Selma Karina, Lider de PGM
Leia outras pastorais
Postado em
30/11/2025, Ir. Rogério Ribeiro
Postado em
16/11/2025, Ir. Selma Karina
Postado em
26/10/2025, Ir. Rogério Ribeiro
Postado em
08/12/2024, Pastor Washington Luiz da Silva
Postado em
27/10/2024, Pastor Washington Luiz da Silva